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Hoje o parque já virou ponto de encontro e de referência. Queriam um parque cheio de árvores para passear quando há “apenas” 6,5 Km de calçadas e coqueiros ao longo da Avenida Boa Viagem para fazê-lo… Hoje, as 350 árvores plantadas no parque se mostram em franco desenvolvimento. O teatro possui uma coberta em laje plana chanfrada, tornando-se um tronco de cilindro. O volume maior, um tronco de cilindro, possui um corte oblíquo, um chanfro, e dele se “desprende” uma marcação em helicoide que surge pela criação da rampa de acesso ao teatro. O teatro, por exemplo, possui lugares para cadeirantes e poltronas para pessoas com obesidade. Com esse arsenal de problemas, a construção, cuja conclusão estava prevista para menos de um ano, chegou a ser embargada algumas vezes, o que levou o cronograma a exatos mil dias… O Dona Lindu foi inaugurado, enfim, em março de 2011, e as críticas ferrenhas ao parque só arrefeceram quando o tempo mostrou a funcionalidade dos belos elementos construídos.
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- A apresentação é um grande mergulho nas brincadeiras da cultura popular, onde o artista resgata os princípios e valores civilizatórios no despertar de uma Nação Cultural.
- Chegando ao parque não vemos essa área verde toda porque praticamente não vemos árvores, mas sei que gramado conta então os 60% eles estão lá.
- No projeto, o artista alia suas experiências adquiridas no terreiro cultural urbano, o Daruê Malungo, às danças populares do Nordeste em uma busca pelas motrizes do corpo que dança e brinca na cena.
- Paulo Emílio_PE247 – Famosa por suas pontes , rios e canais, que deram à cidade do Recife o título de “Veneza Brasileira”, a capital pernambucana possui uma das últimas obras de Oscar Niemeyer, o Parque Dona Lindu.
- Com 56 fotografias em preto e branco, a mostra do fotógrafo Sebastião Salgado retrata o cotidiano de Serra Pelada, o maior garimpo a céu aberto do mundo nos anos 1980.
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A praça do Dona Lindu recebeu um grande público para o concerto inaugural do Ciclo Natalino. Ele canta, ele toca violino, ele toca cavaquinho, ele toca a música com uma série de instrumentos, ele dança… são peças que têm a ver com o nosso Nordeste. Estou muito satisfeito porque, além de tudo, estou revendo aqui a minha cidade“, comemorou Nóbrega.
Projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer, o parque terá 27 mil metros quadrados de área constuída, com quadra esportiva, ciclovia, pista para caminhada e corrida e um teatro coberto, com 500 lugares. Ele é uma ótima adição ao parque e contribui para a diversidade de opções de entretenimento e cultura disponíveis para as pessoas na região. Este teatro tem capacidade para 587 lugares na plateia, incluindo seis poltronas para pessoas com baixa mobilidade e dez reservas para cadeirantes. Além das atrações do parque, o Parque Dona Lindu também conta com um teatro, o Teatro Dona Lindu.
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A polêmica se intensificou quando foi decidido o nome do parque… A homenagem à mãe do ex-presidente Lula, “Dona” Lindu, como era conhecida, soou à população como uma “concessão” àquele que havia viabilizado o repasse do terreno ao município e era partidário do então prefeito. O assunto tomou a cidade, a mídia local e nacional, protagonizado por movimentos de moradores, pela oposição política ao governo municipal, chegando ao Ministério Público. Devido a esse conflito de interesses e usos e, de um ponto de vista mais prático, pela eloquente e ferrenha oposição política na esfera municipal, veio a grande polêmica quando foi divulgado o projeto do escritório do mestre Niemeyer… Da parte da Prefeitura, a demanda ao arquiteto foi por um centro metropolitano de cultura e lazer… Rapidamente, foi anunciado pela Prefeitura que o arquiteto Oscar Niemeyer seria o autor do projeto do Parque, o que causou muito impacto, por sua relevância, pois o único projeto do arquiteto em Recife, uma construção residencial na mesma avenida, havia sido demolido muitos anos atrás, dando lugar a mais um espigão.
É um parque metropolitano que agrega múltiplas funções e públicos. Foi muito rico e interessante ver as obras do artista-arquiteto sob uma de suas próprias criações, fazendo com que a galeria e todo o parque se incorporassem à exposição, como “peças” a serem observadas e apreciadas no conjunto. A exposição retrospectiva de sua obra exibiu maquetes, esculturas e croquis. No outro volume, também cilíndrico, foi instalada a Galeria Janete Costa, com 1.491,50 m2 divididos em uma sala térrea e um mezanino ligados por uma escada escultural. Uma solução genial para possibilitar abrigar um show intimista em seu interior ou uma “festa” para milhares na esplanada cultural, democratizando o acesso aos espetáculos. Em entrevista da época, Niemeyer demonstra sua perplexidade e certo ar de tristeza diante da alta rejeição ao projeto (1) e explica as motivações do partido adotado para sua concepção do espaço.
Segundo a Prefeitura do Recife, o consórcio fará reformas e intervenções de manutenção do teatro e da galeria (no caso do Dona Lindu), nas pistas de caminhada e ciclovia, reforma de banheiros, instalação de bebedouros, bancos e lixeiras, dos quiosques e depósitos dos vendedores ambulantes e a buscam certificação ambiental. Os parques da Jaqueira, Santana e Apipucos, na zona norte, e o Dona Lindu, na zona sul, serão geridos por um consórcio de parque dona lindu empresas pernambucanas dos ramos de turismo e eventos, com expectativa – por parte da prefeitura – de investimentos elevados. Na última sexta-feira (5), na bolsa de valores B3, em São Paulo, a Prefeitura do Recife assinou a concessão de quatro parques urbanos à iniciativa privada.
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O projeto cultural “Grand Petit Concert” reúne artistas virtuosos da Música Popular Brasileira (MPB) interpretando sucessos franceses famosos nas vozes de Édith Piaf, Zaz, Charles Trenet, entre outros. A natureza e o tempo vêm preparando a feição final do projeto, com árvores e arbustos que crescem, que já sombreiam a praça posterior à esplanada cultural, o caminho de pórticos e a região do playground. Esse corte é decorrência da necessidade de um pé-direito interno mais alto na parte voltada para a esplanada, que permitisse a elevação da porta que se abre em guilhotina, revertendo o palco para o exterior, para a esplanada cultural. Os edifícios e a marquise “abraçam” a esplanada, fazendo também o agenciamento do bloco administrativo do parque, que traz, diferentemente dos outros três elementos, um gabarito mais baixo e algumas arestas, numa volumetria mais retilínea… O largo espaço da esplanada se abre generosamente para o mar, ao mesmo tempo em que protege o público e o acolhe. Um parque cultural a ser construído no cobiçado terreno.
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